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reprodução Humana e Ginecologia

Pesquisa e Educação
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DÚVIDAS SOBRE INFERTILIDADE

Dra. Fernanda Pacheco

CRP RS: 27276 | CRP SP: 220875

Ginecologista com ênfase em Reprodução Humana, com mais de 15 anos de experiência em consultório médico e Hospitais na área da saúde da mulher, Reprodução Humana e Obstetrícia em Porto Alegre, além de experiência científica e clínica na área de Reprodução Humana em Nova York, USA. Foi fundadora e CEO da Classiclínica, clínica médica multidisciplinar por 10 anos em Porto Alegre. Agora, expande sua atuação profissional para São Paulo e Nova York atrás de novos desafios, incrementos na educação e networking, pois acredita que as inovações em saúde chegam primeiro por lá. Interesse em contracepção, síndrome dos ovários policísticos, endometriose, preservação da fertilidade (congelamento de óvulos, embriões e tecido ovariano),
ovodoação, qualidade de vida e bem-estar, pesquisa científica e
healthtech.

Dra. Fernanda Pacheco

CREMERS: 27276 | CREMESP: 220875

Ginecologista com ênfase em Reprodução Humana, com mais de 15 anos de experiência em consultório médico e Hospitais na área da saúde da mulher, Reprodução Humana e Obstetrícia em Porto Alegre, além de experiência científica e clínica na área de Reprodução Humana em Nova York, USA. Foi fundadora e CEO da Classiclínica, clínica médica multidisciplinar por 10 anos em Porto Alegre. Agora, expande sua atuação profissional para São Paulo e Nova York atrás de novos desafios, incrementos na educação e networking, pois acredita que as inovações em saúde chegam primeiro por lá. Interesse em contracepção, síndrome dos ovários policísticos, endometriose, preservação da fertilidade (congelamento de óvulos, embriões e tecido ovariano),
ovodoação, qualidade de vida e bem-estar, pesquisa científica e
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Infertilidade conjugal é definida quando um casal, cuja esposa tem mais de 35 anos, está a mais de 6 meses tentando gestar, ou a mais de 12 meses se a mulher tem menos de 35 anos.

São várias as causas de infertilidade, elas podem ser de origem feminina, masculina ou de ambos.

Causas comuns de infertilidade feminina: Síndrome dos Ovários Policísticos, Endometriose, Miomas, Trompas obstruídas, DST’s, idade avançada, distúrbios hormonais e de coagulação sanguínea, anormalidades gênicas ou cromossômicas.

Causas comuns de infertilidade masculina: Varicocele, história de caxumba, DST’s, cirurgia de hérnia inguinal, ou dos testículos, vasectomia, anormalidades gênicas ou cromossômicas, uso de anabolizantes, contato com certos produtos químicos, atividades e hábitos que aumentam temperatura dos testículos (ciclistas, motoristas, uso do computador no colo, cuecas apertadas).

Diante de infertilidade conjugal (+ de 6 meses tentando gestar se a mulher tem menos de 35 anos, ou mais de 12 meses se a mulher tem menos de 35 anos), há indicação de procurar médico especialista em Reprodução Assistida. Através da história médica dos pacientes, exame físico, exames laboratoriais e de imagem, determinaremos a causa da infertilidade e indicaremos técnicas de Reprodução Assistida (coito programado, inseminação intra-uterina, ou fertilização in vitro) para ajudar o casal a realizar o sonho de ter um bebê sadio.

As técnicas de Reprodução Assistida também ajudam indivíduos que realizaram ligadura tubárea, vasectomia, que desejam maternidade ou paternidade solo, casais homoafetivos, indivíduos que desejam preservar a sua fertilidade e para rastreamento de doenças genéticas.

Para esta dúvida preparei um vídeo explicando de forma clara qual a idade ideal para congelar os óvulos. Assista clicando aqui.

Não há limite de tempo para mantê-los congelados, mas deve ter consciência se poderá gestar com idade avançada.

Nem sempre, às vezes, basta corrigir um problema hormonal, ou usar indutor de ovulação via oral e realizar controle de ovulação por ecografia e/ou exame hormonal e descobrir melhor período para ter relação sexual.

Nem sempre. Infertilidade é uma dificuldade de engravidar, o que pode até mesmo ser transitória (infecções, tratamentos de câncer, medicamentos, distúrbio hormonal, hábitos de vida), enquanto esterilidade é a incapacidade total e permanente de gerar gametas e gestar.

Sim, inclusive esta população constitui a maioria das minhas pacientes. Sabe-se, porém, que pode ser mais difícil gestar após os 40, ter mais chances de abortamento e complicações durante a gestação (Diabete melitus gestacional, pré-eclâmpsia, parto pré-termo). O grande medo das pacientes são as malformações e, sim, o risco de cromossomopatias (ex: Síndrome de Down, Patau, Edwards) aumentam com a idade da mulher e chega a 1:100 aos 40 anos. Existem testes pré-natais para rastrear tais doenças (NIPT, ecografia morfológica do I trimestre, amniocentese) e o PGT-A (biópsia do embrião pré implantação) é uma alternativa para aquelas submetidas a fertilização in vitro. Às vezes, as pacientes não têm mais óvulos em quantidade e qualidade nesta idade e necessitam recorrer a ovodoação. Leia mais em tratamento. Ou visite “YouTube – Dra Fernanda Pacheco” para Live sobre os assuntos.

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